Sryche’s Blog

Tecnologia, Linux, e outras nerdices.

Amor Geek!

Bem, todos sabemos que geeks também amam, geeks também se apaixonam. Mas ao contrário de pessoas normais, normalmente nós não temos muita aptidão social, de modo que não podemos nos declarar para a pessoa que tanto amamos. Mas não temam! O Tio Sryche está aqui para ajudar! Aqui estão uma série de frases que irão ajudar até o mais tímido dos programadores a conseguir o seu grande amor!

  • Você é o menu do meu config.
  • Você é o make do meu install.
  • Você é a lib que falta no meu sistema.
  • Você é o header que falta no meu binário.
  • Você é o journal que falta no meu FS.
  • Me joga na cama, me compila e me chama de Meu Kernel.
  • Você é o TCP do meu IP.
  • Você é o diff do meu patch.
  • Meu /dev/heart é um symlink para você.
  • Você é o interpretador do meu script.
  • E aí, gatinha, compila ou interpreta?

Fruto de uma noite criativa no IRC. E então, alguém sabe mais alguma? Postem nos comentários! Vamos tornar este um mundo melhor, espalhando o amor!

August 8th, 2008 by Cainã Costa
Posted in Humor | 7 Comments »

Novidades do Tio aqui.

Bem, decidi sair dessa vida de vagabundagem.  É, exatamente isso que você leu. Existe um momento na vida de todo nerd que ele precisa, bem, fazer alguma coisa pra virar um nerd pago. Afinal, ficar escutando Mãe e Pai reclamando no ouvido não é algo muito legal =)

Então, pois bem, o melhor que eu posso fazer agora é… estudar. Sim, sério. Apesar de não parecer, tenho apenas 17 anos e um vestibular no final do mesmo. Além disso, a partir de novembro poderei ser preso. Bem, essa vai ser a única diferença, tirando pelo fato de que poderei ver filmes pornôs sem ter sensação de culpa. Ah, vou poder dirigir também, mas é bem improvável que eu tenha um carro tão cedo, então vocês podem se manter tranquilos, que não é agora que eu mato alguém atropelado.

Pois bem, além de nerd eu sou criativo, olha lá! Decidi começar a me organizar através de um horário - a coisa mais óbvia de todos os tempos, parabéns, Cainã, você é demais, quer um biscoito? - mas, ao contrário dos horários normais, esse meu será uma experiência. Bem, poderia dizer que é uma experiência de sobrevivência, na verdade, e não vai ser fácil. Bem, ao menos, não vai ser fácil pra mim =)

Decidi me organizar a partir dos seguintes objetivos:

  • Preciso estudar para o vestibular.
  • Preciso estudar programação, mais especificamente, C(que eu sempre comecei mas nunca terminei).
  • Preciso postar no blog mais regularmente.
  • Preciso arrumar uma namorada.

Logo, decidi fazer o seguinte: “que tal se eu estudasse 3h por dia para o vestibular, e 3h por dia programação?”. Pois bem, ao menos por mim, foi isso que ficou decidido. A partir de agora, isso será seguido à risca, e não fugirei disso. Também, tentarei diariamente postar um resumo da jornada, e como está sendo. Postarei também algumas dicas e coisas interessantes que eu aprendi relacionadas a C, afinal, isso é um blog para nerds, after all, não para vestibulandos.

Isso também significa que, sem IRC/MSN/Internerd à tarde. Ou seja, adeus procastinação. No entanto, no final de semana tentarei continuar as atividades normalmente, como sempre foi, ou não. Além disso, isso significa que eu terei que dar um tempo do Archlinux-br durante a semana, apesar de que eu sinto que não aplico muito nele, então não deverá ser muita diferença.

Pois bem, até mais, e esperem pelo primeiro log dessa jornada de tortura conhecimento.

Ah, antes que eu me esqueça, descobri o melhor site de todos os tempos.

July 31st, 2008 by Cainã Costa

Rapidinhas: Televisão

  • Obrigado Edir Macedo! Graças a você temos uma emissora de tevê aberta que passa alguma coisa que preste, mesmo que seja só uma vez por mês, ou por aí.
  • Discussão de Fim-de-Semana: será que vale a pena mesmo todo esse esforço para por TV Digital no Brasil? Não creio que valeria a pena gastar tanta grana com uma televisão nova(ou um decodificador) só pra ver novela em alta definição e fazer os maquiadores terem ainda mais trabalho.
  • O tal GINGA é livre, certo? Sendo livre, será que vai permitir canais de televisão também livres? Seria interessante ter televisões alternativas para se assistir. Será que “ginga” mesmo?
  • O que será que as Emissoras vão fazer quando começarem a surgir os primeiros sites de Download de conteúdo da televisão brasileira? Por exemplo, TV-Rips HD de <nome da novela aqui>? Poderia ser, implicitamente, mais um passo pra fechar o certo em relação a direitos autorais no Brasil?

Postem as suas opiniões, ou suas próprias divulgações sobre o assunto nos comentários, vamos iniciar uma discussão sobre isso!

July 24th, 2008 by Cainã Costa

Instalando o OSS no Arch Linux

Primeiramente, eu acho necessário que seja explicado um pouco da história do OSS, já que os usuários novatos no Linux podem não conhecê-lo.

No começo, existiam, basicamente, apenas um tipo de placas de som, as extremamente conhecidas Sound Blaster, mais especificamente, a Sound Blaster 16(também conhecida como SB16). Por ser, na época, basicamente um monopólio, a grande maioria de placas de outras marcas eram praticamente obrigadas a prover emulação para a SB16. Desse modo, quando o Linux estava no seu início, só era imediatamente necessário o suporte a apenas uma placa de som, a SB16.

E então foi criado o driver para essa placa. Como foi feita uma boa API, e como vários programas para linux começaram a apontar para esta API, os desenvolvedores começaram a criar drivers para outros tipos de placas, e essas placas se juntaram em um pacote, que passou a ser conhecido por Linux Sound API, que mais tarde se tornou o Open Sound System(ou, OSS, como é mais conhecido). Por ser uma API muito boa, com um bom suporte e bem orientado para UNIX, ela passou a ser utilizada em vários outros sistemas UNIX, como o FreeBSD e o NetBSD. Pouco tempo depois, a grande maioria dos Unices tinham o OSS portado para seus sistemas, incluindo proprietários, como o HP-UX, o AIX e o Solaris.

No entanto, o OSS tinha um pequeno problema, e era chamado “mesclagem”(mixing, no original). Isso não era um ponto fraco no começo, já que o OSS foi projetado para fazer com que a própria placa realizasse a mesclagem. No entanto, placas novas e mais “modernas” já não vinham com mesclagem via hardware, o que impossibilitava que programas diferentes tocassem sons ao mesmo tempo, ou seja, não era mais possível, nestas placas, ouvir música enquanto se escutava as notícias.

Para resolver esse problema, começaram a surgir os primeiros “servidores de som”, aRts e ESD, criados para o KDE e para o Enlightenment/GNOME, respectivamente. Eles resolviam o problema perfeitamente, realizando a mesclagem antes que o som pudesse ser enviado para o OSS. Mas, quando parecia que havia chegado uma solução, outros problemas apareceram. Quando se misturavam programas que utilizavam o aRts com programas que utilizavam o ESD, voltava a existir o problema que esses “servidores” vieram para resolver, porque somente um dos 2 funcionaria ao mesmo tempo. A questão se tornava ainda mais grave quando se misturavam, além de programas que usavam aRts e ESD, programas que usavam o OSS diretamente. Para resolver esse e outros problemas, conversores de API em nível intermediário foram inventados.

Os conversores mais conhecidos foram o SDL, e a libao, que depois foi adotada pelo projeto Mplayer, e foi batizada como libao2. Finalmente, tudo parecia estar bem, mas devido a problemas pessoais entre os desenvolvedores do kernel e o Hannu(criador do OSS), a 4Front(mantenedora do OSS), resolveu parar de participar do desenvolvimento da versão livre do OSS, e trabalhar com soluções para empresas, comercialmente. Isso causou uma grande confusão, e os desenvolvedores do Linux, ao invés de trabalhar em cima da última versão livre do OSS, resolveram criar uma nova API, a qual foi chamada de ALSA.

Essa nova API era gigante, extremamente complexa, mal documentada e completamente diferente do OSS, e o pior de tudo, requeria que todos os programas feitos para se utilizar o OSS tivessem que ser reescritos para essa nova API. Além disso, o ALSA não era portável, sendo utilizado exclusivamente no Linux. Porém, o ALSA tinha algumas vantagens, como por exemplo, a tão procurada mesclagem via software.

Prevendo a transição de aplicativos para o ALSA seria lenta e demorada, pois significava que os aplicativos deveriam suportar ALSA e OSS, caso o dito programa fosse projetado para rodar em qualquer outro Unix-like, além do Linux. Além do mais, o Linux também possuía suporte para OSS, então para que se importar? A equipe do ALSA criou então uma camada de emulação de OSS, o que permitia que programas em OSS fossem rodados utilizando-se do ALSA transparentemente.

Mas por alguma razão estúpida, a emulação do ALSA para OSS não suporta mesclagem via software, o que acaba com o ponto principal da criação do mesmo. Novas soluções foram criadas para tentar-se finalmente resolver o problema de uma vez por todas, e a mais notável é o PulseAudio, um “servidor de som” que suporta mesclagem via software, controle de volume por-aplicação, e transferência de áudio entre-máquinas.

Em Julho de 2007, a 4Front liberou novamente as fontes do OSS sob a licença CDDL para o OpenSolaris, sob a licença GPL para o Linux, e sob a licença BSD para sistemas *BSD. O OSS, agora em sua versão 4, finalmente suporta mesclagem via software, controle de volume por-aplicação além de um suporte melhorado e expandido, incluindo para placas que o ALSA ainda não suporta, como as Creative X-Fi. Além disso, o OSS possui configuração automática, sem utilizar-se de ferramentas como o alsaconf. Vale lembrar também, que o OSS é tão portável, que o Haiku, que é um sistema operacional não-unix, adotou o OSS por baixo da API compatível com BeOS.

Agora que já conhecemos o OSS a fundo, iremos para a instalação do mesmo no Arch Linux:

  1. Primeiramente, nós precisaremos criar o pacote do OSS, o qual poderemos encontrar no AUR, ou mais especificamente, aqui. Baixaremos o Tarball desse pacote, extraíremos o mesmo.
  2. Entramos na pasta que a extração do Tarball gerou, e, antes de criar o pacote instalaremos o as dependências que não vêm por padrão no arch:
    # pacman -S gtk2 bc
  3. Agora, como usuário normal, criaremos o pacote:
    $ makepkg
  4. Aguarde um instante, um cafézinho é bem-vindo nessa hora. Pronto, o pacote foi criado! Instalaremos ele com o pacman(o nome do pacote pode ser ligeiramente diferente):
    # pacman -U oss-testing 4.1_080705-1.pkg.tar.gz
  5. Pronto! Temos o pacote instalado. Agora, basta adicionar o daemon oss na lista de Daemons do rc.conf, o processo é explicado em detalhes na wiki do archlinux-br.
    Importante! Caso se tenha o alsa instalado, é necessário desativá-lo(removê-lo) da lista de Daemons!
  6. Agora basta reiniciar e o sistema estará utilizando o OSS a partir da hora do boot.

Bom galera, espero que curtam o OSS, e até a próxima! Lembrando que o OSS vem com um mixer integrado, você pode chamá-lo com o comando ossxmix.

July 21st, 2008 by Cainã Costa

De Casa Nova!

Bem, finalmente, o blog está em um host próprio! E mudança de host significa muitas mudanças. Agora, com o wordpress em um host próprio(cedido pelo grupo Archlinux-br), pude deixar o blog bem melhor, finalmente coloquei a extensão que eu queria pra suportar Syntax Highlight, por exemplo. Além disso, migrei o feed do blog para o feedburner, o que vai me permitir ter mais controle sobre quem lê o blog. Isso é claro, sem contar o novo tema, lindão, né?

Espero que tenham curtido a surpresa, e sejam bem vindos ao novo Sryche’s Blog!

July 19th, 2008 by Cainã Costa

Vote contra o projeto de lei que transforma usuários em CRIMINOSOS!

É um absurdo que um projeto de lei proponha que todos os usuários da rede percam seu direito ao anonimato na internet, somente para que as investigações sobre pedofilia se tornem mais fáceis e que os culpados sejam punidos.

Claro que a pedofilia é um crime hediondo, um ato repulsivo, mas daí a querer tirar o direito ao anonimato de todos os cidadãos na internet é ridículo, é o primeiro passo para a perda da nossa liberdade de expressão. Se essa lei for aprovada, qual será a próxima liberdade que irão nos tirar? A liberdade de expressão?

Além disso, o acesso à Internet atualmente é caro, e de baixa disponibilidade em locais com pouca infra-estrutura. A cláusula desse projeto que pede o armazenamento de dados durante 3 anos aumentará muito o custo do acesso à Internet, tornando-o disponível para menos pessoas, e diminuindo a qualidade do serviço.

Continuando a série de abusos, esse projeto de lei ilegaliza toda e qualquer tipo de rede descentralizada entre computadores, como redes mesh, nas quais não é possível manter qualquer registro de tráfego e de acessos. Um usuário comum não mais poderia criar um hotspot aberto em casa, sobre pena de ser preso por não registrar o tráfego dos usuários. Ou seja, você precisaria manter registros até mesmo na rede local da sua residência. Esse projeto de lei dá longa vida ao corporativismo na internet, e ao aumento de custo da mesma.

Vale lembrar, que além disso, o simples fato de um ISP armazenar todos os dados dos seus acessos e torná-los disponíveis fere o Artigo 5 - XII da Constituição Federal.

Esse projeto de lei visa transformar usuários em criminosos, e nós temos o dever de lutar contra ele. É essencial que, se vocês desejam manter a sua liberdade e o seu anonimato na Internet, votem nesta petição, enviem mensagem aos deputados, à ouvidoria. Precisamos que esse projeto seja vetado! A internet não pode se tornar mais uma área onde somos manipulados e temos todos os nossos rastros vigiados! Nós temos e queremos continuar tendo direito de manter nossas próprias redes comunitárias de acesso à internet!

Aqui está uma lista de todos os senadores, com os seus respectivos e-mails:

Adelmir Santana - adelmir.santana@senador.gov.br
Aloizio Mercadante Oliva - mercadante@senador.gov.br
Alvaro Fernandes Dias - alvarodias@senador.gov.br
Antônio Carlos Valadares - antval@senador.gov.br
Arthur Virgílio do Carmo Ribeiro Neto - arthur.virgilio@senador.gov.br
Augusto Affonso Botelho Neto - augusto.botelho@senador.gov.br
César Augusto Rabello Borges - cesarborges@senador.gov.br
Cícero de Lucena Filho - cicero.lucena@senador.gov.br
Cristovam Ricardo Cavalcanti Buarque - cristovam@senador.gov.br
Delcídio do Amaral Gomez - delcidio.amaral@senador.gov.br
Demostenes Lazaro Xavier Torres - demostenes.torres@senador.gov.br
Edison Lobão - edison.lobao@senador.gov.br
Eduardo Brandão de Azeredo - eduardo.azeredo@senador.gov.br
Eduardo Matarazzo Suplicy - eduardo.suplicy@senador.gov.br
Efraim de Araújo Morais - efraim.morais@senador.gov.br
Eliseu Resende - eliseuresende@senador.gov.br
Epitácio Cafeteira Afonso Pereira - ecafeteira@senador.gov.br
Expedito Gonçalves Ferreira Júnior - expedito.junior@senador.gov.br
Fátima Cleide Rodrigues da Silva - fatima.cleide@senadora.gov.br
Fernando Affonso Collor de Mello - fernando.collor@senador.gov.br
Fernando de Souza Flexa Ribeiro - flexaribeiro@senador.gov.br
Flávio José Arns - flavioarns@senador.gov.br
Francisco Mozarildo de Melo Cavalcanti - mozarildo@senador.gov.br
Francisco Oswaldo Neves Dornelles - francisco.dornelles@senador.gov.br
Garibaldi Alves Filho - garibaldi.alves@senador.gov.br
Geraldo Gurgel de Mesquita Júnior - geraldo.mesquita@senador.gov.br
Gerson Camata - gerson.camata@senador.gov.br
Gilvam Pinheiro Borges - gilvamborges@senador.gov.br
Heráclito de Sousa Fortes - heraclito.fortes@senador.gov.br
Ideli Salvatti - ideli.salvatti@senadora.gov.br
Inácio Francisco de Assis Nunes Arruda - inacioarruda@senador.gov.br
Jarbas de Andrade Vasconcelos - jarbas.vasconcelos@senador.gov.br
Jayme Veríssimo Campos - jayme.campos@senador.gov.br
João Batista de Jesus Ribeiro - joaoribeiro@senador.gov.br
João Bosco Papaléo Paes - papaleo@senador.gov.br
João Durval Carneiro - joaodurval@senador.gov.br
João Evangelista da Costa Tenório - jtenorio@senador.gov.br
João Pedro Gonçalves da Costa - joaopedro@senador.gov.br
João Raimundo Colombo - raimundocolombo@senador.gov.br
João Vicente de Macêdo Claudino - j.v.claudino@senador.gov.br
Jonas Pinheiro da Silva - jonaspinheiro@senador.gov.br
José Agripino Maia - jose.agripino@senador.gov.br
José Almeida Lima - almeida.lima@senador.gov.br
José Jefferson Carpinteiro Peres - jefperes@senador.gov.br
José Nery Azevedo - josenery@senador.gov.br
José Renan Vasconcelos Calheiros - renan.calheiros@senador.gov.br
José Renato Casagrande - renatoc@senador.gov.br
José Sarney - sarney@senador.gov.br
José Targino Maranhão - jose.maranhao@senador.gov.br
Kátia Regina de Abreu - katia.abreu@senadora.gov.br
Leomar de Melo Quintanilha - leomar@senador.gov.br
Lúcia Vânia Abrão - lucia.vania@senadora.gov.br
Magno Pereira Malta - magnomalta@senador.gov.br
Mão Santa - Francisco de Assis de Moraes Souza - maosanta@senador.gov.br
Marcelo Bezerra Crivella - crivella@senador.gov.br
Marco Antônio de Oliveira Maciel - marco.maciel@senador.gov.br
Marconi Ferreira Perillo Júnior - marconi.perillo@senador.gov.br
Maria do Carmo do Nascimento Alves - maria.carmo@senadora.gov.br
Mário Couto Filho - mario.couto@senador.gov.br
Marisa Joaquina Monteiro Serrano - marisa.serrano@senadora.gov.br
Neuto Fausto de Conto - neutodeconto@senador.gov.br
Osmar Fernandes Dias - osmardias@senador.gov.br
Patrícia Lúcia Saboya Ferreira Gomes - patricia@senadora.gov.br
Paulo Hermínio Duque Costa - paulo.duque@senador.gov.br
Paulo Renato Paim - paulopaim@senador.gov.br
Pedro Jorge Simon - simon@senador.gov.br
Romero Jucá Filho - romero.juca@senador.gov.br
Romeu Tuma - romeu.tuma@senador.gov.br
Rosalba Ciarlini Rosado - rosalba.ciarlini@senadora.gov.br
Roseana Sarney Murad - roseana.sarney@senadora.gov.br
Sebastião Afonso Viana Macedo Neves - tiao.viana@senador.gov.br
Sebastião Machado Oliveira - siba@senador.gov.br
Sérgio Pedro Zambiasi - sergio.zambiasi@senador.gov.br
Serys Marly Slhessarenko - serys@senadora.gov.br
Severino Sérgio Estelita Guerra - sergio.guerra@senador.gov.br
Tasso Ribeiro Jereissati - tasso.jereissati@senador.gov.br
Valdir Raupp de Matos - valdir.raupp@senador.gov.br
Valter Pereira de Oliveira - valterpereira@senador.gov.br
Wellington Salgado de Oliveira - wellington.salgado@senador.gov.br

E leituras extremamente recomendadas sobre o assunto(caso você tenha algum bom link sobre o assunto, comente aqui no artigo que o adicionarei):

Blog do Sergio Amadeu, Digital Drops, Blog do Fábio Seixas, PSL Brasil, Blog do Pedro Dória, S.O.B.R.E.T.U.D.O.

PS: Para evitar que esse desastre vá a frente do jeito que foi criado uma grande blogagem coletiva está marcada para o dia 19 de julho. Neste dia, todos os blogueiros estão convidados a escrever um post político. O foco deve ser o projeto do Eduardo Azeredo e a ameaça que ele representa, mas todos estão livres para aproveitar a oportunidade e fazer outras críticas. Quem não tem blog está igualmente convidado a participar, fazendo comentários nos textos que serão publicados.

PS²: O PS anterior foi copiado do blog S.O.B.R.E.T.U.D.O., de Patrícia Haddad, por achar que isso é uma parte importante na nossa luta contra esse projeto de lei.

July 11th, 2008 by Cainã Costa

ReiserFS!


Sryche’s Blog mostrando solidariedade com o caso Hans Reiser.

July 11th, 2008 by Cainã Costa
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Novas Screenshots

Essas são as novas screenshots, fresquinhas, na hora, saindo do forno, do meu notebook, rodando:

  • Arch Linux Overlord
  • KDEmod 3.5.9-3
  • Amarok 1.4.9.1
  • E alguns hacks pra copiar a mac menubar XD Eu amo ela, apesar de não ir muito com a cara do OS X :~
July 6th, 2008 by Cainã Costa
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Melhorando o Visual de Fontes Artwiz no Linux

As fontes artwiz são bem bonitas, principalmente para quem gosta de Pixel Fonts. No entanto, existe alguns problemas em utilizá-las como fonte padrão, como por exemplo, a má exibição de fontes acentuadas, e também, pixel fonts em negrito não ficam bonitas, então aqui vai uma dica para “consertar” esse problema. No seu arquivo ~/.fonts.conf, adicione o seguinte texto antes do </fontconfig> final do arquivo:

<match target="pattern" name="family" >
<test name="family" qual="any" >
<string>cure</string>
</test>
<edit name="weight" mode="assign">
<const>medium</const>
</edit>
<edit name="hinting" mode="assign">
<bool>false</bool>
</edit>
<edit mode="assign" name="antialias" >
<bool>false</bool>
</edit>
</match>

Modifique a linha destacada para a fonte que você quer adaptar.

Desse modo, estaremos desativando o antialias e o hinting para somente uma fonte em específico, e desativando o uso de fontes em negrito para essa fonte, melhorando a sua legibilidade.

July 2nd, 2008 by Cainã Costa
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Porque o Brasileiro não sabe fazer dinheiro…

Um dos melhores textos que eu já vi nos últimos tempos, em termos de nos acordar sobre a verdadeira realidade do brasileiro, que não sabe fazer dinheiro. Depois, quando eu reclamo do Brasil, falam mal de mim :\

June 20th, 2008 by Cainã Costa